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segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Mais uma enchente para história de Blumenau e várias cidades de Santa Catarina, essa é a terceira que presencio. Nada se compara com a catástrofe de 2008, já falei Mães Guerreiras. Mas tira a gente do chão, nos faz ver o quão somos frágeis diante da “MÃE NATUREZA”.

O homem faz o que quer, acha que pode abusar da natureza, ai ela vem com toda a sua força, seu poder e mostra que ela pode até tentar, mas quem dá a palavra final é ela.
Não é fácil ver família perdendo tudo, mães com seus filhos sem um teto, uma cama quentinha, sem roupas e comida. Graças que nessa hora surgem anjos, anjos de várias formas, os anônimos que aparecem para ajudar. Surgem os aproveitadores também, mas esse não vale nem a pena perder saliva, ou melhor, letras com eles.

Hoje chorei um monte, demorei a escrever esse post, fico muito tocada com essas cenas.

O que eu vejo desde que vim morar aqui é que todos vão aprendendo a lidar o inevitável, ainda tem os que zombam quando vem o alerta de que há riscos de enchente, muitos que já sofreram com ela se preparam, outros ficam no vou pagar pra ver, as pessoas vão ao mercado para abastecer a casa (vira uma loucura), quando o rio começa atingir nível de perigo, famílias começam a retirar suas coisas, as lojas do centro (as que ficam na parte mais baixa) tiram tudo. A cidade vira um caos.

Sei que o poder público pode fazer obras que amenizem o impacto das enchentes, mas eles podem acabar com elas. Isso é impossível, mesmo tendo quem ache que eles podem. Até poderiam se fossem amigos íntimos de São Pedro, então poderiam de repente solicitar que mandassem mais água para o Nordeste e menos aqui para Sul.

Uma coisa que um dia a leda Nagle falou e eu concordo, a força da natureza muitas vezes é democrática, aqui no Sul isso é bem verdade, não são só as famílias mais pobres ou classe média que são atingidas pela força das águas, a diferença é que os mais ricos não ficam em abrigos e se refazem mais rapidamente.

Vale ressaltar que quando os colonizadores aqui chegaram perceberam que os índios viviam longe do rio, pois os mesmo diziam que o rio era o dono da terra (respeito a natureza), não acreditando nisso e achando ser melhor para escoar os produtos e a chegada de novos colonos, ergueu-se a cidade as margens do rio. 

Nessa tabela é possível ver que as enchentes fazem parte da história de Blumenau. 

Não fomos atingidos diretamente, mas de um jeito ou de outro toda a cidade acaba sofrendo. Desde que vim morar aqui sempre morei em lugares altos, hoje quando se vai comprar uma casa aqui em Blumenau tem que se pesquisar duas coisas importantes, se pega água e se tem risco de desmoronamento, mais da metade da cidade está em área de solo frágil. Isso inclui as áreas mais nobres da cidade.

O que fazer em caso de enchentes? 
- Evite pisar na água sem proteção.
- Vela e fósforo por perto, pois pode haver corte de energia.
- Guarde seus documentos dentro de sacos plástico.
- Peça ajuda, mas jamais enfrente correntezas, não arrisque a sua vida e de seus familiares.
Em caso de ter criança pequena.
- Separe em uma sacola tudo o que você pode precisar: Remédios, fraldas, roupas e afins.
- Guarde roupas e pertences em sacos plásticos e coloque na parte mais alta da casa (assim você evita maiores perdas).

Aqui nesse site tem mais dicas do que fazer em caso de enchente.
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI1274389-EI306,00-Saiba+como+agir+em+caso+de+enchente.html


Blumenau e toda a região mais uma vez vão reerguer-se. Sabendo que pode repetir-se mas não deixar-se abater, gente forte e guerreira.  Aos poucos a cidade vai voltando ao ritmo, esse não uma das maiores, já tivemos piores. Então vamos lá que a vida segue e quem anda para trás é caranguejo.

#HeyBlumenaueuamovocê                     #forçaBlumenau







segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Pois é gente tenho uma vizinha que é uma cobra, ela mora no andar de cima, desde que nos mudamos para essa que a gente sabia que ela morava por ali, só não sabíamos  bem  a onde, chegamos até a pensar que ela tivesse ido embora. Mas descobrimos que está ali bem pertinho, mas perto do que poderíamos imaginar.
Apresento para vocês a minha vizinha cobra.

                                          Ela estava saindo para pegar um sol.

Uma vez meu marido matou uma, nós ainda não tínhamos nos mudado, ela estava dentro do quarto perto do guarda roupa, como tinha pouca iluminação ela achou que fosse uma jararaca, só depois ele viu que era uma rateira.
A vizinha já me pregou um susto, um dia minha filha estava brincando na garage, meu marido arrumando a fiação elétrica da garagem, eu venho e quanto levanto os olhos vejo aquela cobra enooooorme  entre os sarrafos de telha, tentando não assustar a pequena falei para o meu marido:  olha, olha para o lado, ele olhou e numa calma ele disse: Sim é uma rateira, ela tá indo no ninho de curreca. 
Eu ainda com medo disse: tira a pequena dai e se ela pular na pequena???? 

Momento drama:
Só imaginava a vizinha cobra querendo fazer lanchinho da minha filha... ahuahuahua

Ele responde: Calma ela não vai fazer mal para a Mikaela... Então ele pegou uma vara e foi cutucando a cobra, que na maior seguiu em direção ao forro da casa.
Depois disso não vimos mais a dona cobra andando pelos arredores, mas a gente sempre soube que estava por perto...  Ai você vai perguntar como? Simples, sempre encontramos a pele depois que ela sai para fazer a troca. Uma vez pendurada no beiral da casa, outra vez no pé de jabuticaba, esses dias no meio da grama que estava um pouco alta.
E agora no inverno que deu uns dias mais quentes eu consegui tirar umas fotos da minha vizinha cobra, que resolveu sair para pegar um solzinho.

                                         Pegando um bronze básico... hehehehehe.


Sabemos que ela está lá no forro, aprendemos a conviver com ela, já estamos tão acostumados que até esqueço que ela está por lá. Pelo menos essa não fala mal de ninguém, não faz intrigas e nem fica torcendo pela desgraça alheia... Rsrsrsrsrs. É uma cobra do bem.

No dia seguinte meu marido estava na janela da cozinha olhando os passinhos, resolvi ir lá também, olhei para cima e vi a vizinha, pequei a máquina e tirei essa foto dela saindo de novo para continuar a sessão de bronzeamento.

Quando vivemos perto da natureza aprendemos a viver e conviver de forma natural com esses vizinhos inusitados. Por isso desde cedo ensinamos para filha que com cobra não se brinca, se você não mexer com ela, ela vai embora. Pois sabemos que existem os riscos, estamos sempre cuidando, ficamos de olho.

Vocês o que acham de ter uma vizinha cobra??????
Como vocês lidam com as vizinhas cobras??????