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terça-feira, 25 de março de 2014
A maternidade envolve muitas coisas, ou melhor, 99%, 99% de tudo você aprende é na hora do vamos vê, é no pega pra capar mesmo, não tem manual de instruções, tem coisas que acontecem com a maiorias das mães, parece um padrão repetitivo. Mas isso você só descobre depois que se torna mãe.
Li essa crônica escrita por uma querida amiga virtual, a Raquel Gomes, é com a autorização dela que estou publicando aqui no blog. Então vamos à leitura e divirtam-se.



Da série "coisas que ninguém te conta sobre a maternidade": você vai enjoar, vai passar mal.
- Primeiro, você vai passar mal quando pegar o positivo. A cabeça vai fervilhar, o coração vai tentar saltar pela garganta (mas Você vai engolir de volta, junto com as lágrimas de felicidade - ou desespero - no laboratório), e você vai procurar várias maneiras de falar para marido / noivo / namorado / pai da criança / sua família.
- Depois você vai enjoar na gravidez. Só no começo, pela gravidez inteira, só de algumas comidas, de todos os cheiros e sabores, mas vai enjoar. E vai passar mal. E vai ficar dias com ódio/enjoo de alguém.
- Daí você vai enjoar na hora de ir pra maternidade. Frio na barriga é para os fracos, você tá trazendo um ser ao mundo e ele vai ser completa e totalmente dependente de você.
- E aí vem o cheiro do leite. O seu leite. Tudo à sua volta cheira a leite, porque você cheira a leite. Todos os sutiãs e blusas saem do varal já cheirando a leite. E isso enjoa, porque não há banho no mundo capaz de tirar esse cheiro (mas um dia vai dar uma saudaaaaaaaaaaaade).
- E então vêm as golfadas azedas com cheiro de queijo estragado. Na sua blusa nova, na roupa limpa bem na hora de sair de casa, na última blusa que você tinha sem mancha bem na hora de ir pro pediatra - e você vai com ela suja mesmo, fazer o quê?
- É aí que começam os cocôs. Primeiro o mecônio, petróleo grudento e fedido, feio, nojento, eeeeecaaaaa. Daí fica amarelinho, com cheirinho de leite (de novo?), mas faz um estraaaaaaaaago quando vaza da fralda e suja a roupa do bebê, as pernas do bebê, as costas do bebê, o cabelo do bebê... a roupa de cama, mesa, banho... e a sua roupa! Não se sabe por onde começar, e pode rolar um nojinho.
- De repente o bebê começa a tomar suquinhos, comer frutinhas e comidinhas. Já era cocozinho amarelinho! O negócio começa a ficar daquele jeito... e você não vê a hora de ele anda, pular, sentar, tirar o short e falar que não quer mais as fraldas!
- Hahahahaha você descobriu que penico não é solução para o fim do cheiro de cocô acompanhando o seu nariz por 3 horas... Você precisa esvaziar o penico - e reza para ele ir pro vaso logo.
- Aquele pequeno ser descobre que dá para sentar no vaso... E você só quer que ele aprenda a se limpar sozinho.
- Mas daí você pode ter um pequeno ogro que te chame no banheiro para ver o cocô dele, e... poooooooooooooooxa viiiiiiiiiiiiiida!!!
- Tudo isso sem contar os dias que ele vai vomitar o leite inteirinho em cima de você, ou dentro do carro, ou no carpete do hotel (já vivi as três cenas). Melhor o leite que o cachorro quente e batata fritas com suco de laranja na mesa do restaurante (também já vivi).
Então se prepare, porque filhos são eternos (graças a Deus) - e seu enjoo também, cara amiga.

Autora: Raquel Gomes



segunda-feira, 11 de março de 2013


Esse post faz parte da Blogagem Coletiva proposta pelo blog Mamatraca

                                                             Imagem: Google      

É possível conciliar carreira e maternidade?

Essa é uma pergunta que a maioria das mães costuma fazer a si mesma e as vezes parece até fácil de responder principalmente se é mãe de primeira viajem, a gente faz planos, cria um cronograma acreditando que se estabelecer uma rotina desde os primeiros dias do nascimento do bebê você terá tudo sob controle, talvez vocês achem que estou exagerando, mas eu conheço mulheres que tinham tudo muito bem planejado antes do filho nascer.
Criança não é relógio, não existe uma receita infalível p/ que siga do jeitinho foi planejado, crianças adoecem, mães adoecem (infelizmente), imprevisto acontecem. É ai que começam as dificuldades e tudo aquilo que foi planejado pode ir e muitas vezes vão mesmo por água abaixo.

Eu confeccionava fantasias para ballet, chegava a pegar um espetáculo inteiro, eram vários tipos de figurinos e fazia tudo sozinha, para dar conta eu trabalhava até 1, 2hs da madrugada, depois que engravidei tive que mudar a minha rotina.A última roupa que fiz ainda grávida eu estava com 6 meses, não foi fácil mas fiz, decidi que iria parar e que depois que meu bebe(nós só soubemos que era menina na hora do parto) nascesse mais para frente eu voltaria, não foi bem assim. Durante esse período de termino de gravidez eu e meu marido também fizemos nossos planos, temos as coisas em que acreditamos e procuramos fazer o que achamos que seria melhor p/ nossa filha. Decidi com todo o apoio do meu marido que eu não iria mais costurar, que ia ser mãe em tempo integral, ela só iria para escola quando estivesse na idade obrigatória.

                                                    Imagem: audifilia.wordpress.com 
Me identifico com essa imagem, essa é uma situação que já faz parte da minha realidade, faço fantasia para minha filhota e ela fica ali do ladinho esperando e perguntando se ta pronta.                        

Quando eu digo que planos sofrem mudança falo por experiência própria, a filha começou a ir à escolinha assim que completou 2 anos, duas vezes por semana apenas, mas já saiu do que havíamos planejado, já fiz algumas roupinhas, coisinha pouca, nada perto do que eu fazia, mas também não tenho mais intenção de voltar para o mesmo ritmo que eu tinha antes, consciência que tenho uma criança que precisa de mim, vocês que são mães e estão nessa batalha diária podem me entender, esses dias a Paola B. Preusse do blog Maternidade Colorida estava falando em mudar de emprego para poder diminuir o ritmo dela e assim estar mais presente no dia da pequena Clara( super te entendo). 

Se me arrependo da minha decisão? Não, mil vezes não, não posso comprar as coisas que comprava antes, fazer o que fazia, abri mão de muitas coisas e faria de novo se preciso fosse. Não precisei me preocupar com babá, eu estava ali 24hs por dia para ela e por ela (ainda estou).
Quando fiz o post sobre o Dia Internacional da Mulher falei sobre esses dois lados, leia aqui .

Acordar cansada, destruída, no melhor stilo “Mãe panda” passa a fazer parte da nossa realidade e isso independente se você trabalha fora ou não, a dupla jornada é sem sombra de dúvida uma sobre carga na vida da mulher, você pode dizer: mas você sabia que seria assim, que a rapadura é doce mas não é mole. A mãe descobre que é mais forte do que ela imaginava, que existe uma guerreira dentro dela gritando, vai, vai, você consegue, as vezes até pensamos em desistir, mas essa guerreira que está ali escondidinha não nos deixa esmorecer totalmente.
Imagem: genteemercado.com... essa é outra realidade, a  mãe está no trabalho e o pensamento está nos filhos.

É nessa busca de conciliar maternidade e profissão e que podemos novos desafios, descobrir que novas portas podem se abrir e a realização vai acontecer gradualmente e você pode olhar para dentro de você e dizer missão comprida (um dia de cada vez), sim porque com filhos o dia seguinte pode ser uma surpresa. Parar de trabalhar pode parecer uma decisão radical, criticada por muita gente incluindo mulheres, eu vejo da seguinte forma: eu só adiei por um tempo o retorno ao trabalho e isso não significa que estou totalmente fechada para o que acontece no mundo lá fora. 

Só mais uma coisinha, não sou de ficar alegando que abri mão da minha vida para cuidar da minha filha, fiz um acordo com meu marido que tem dado certo, isso não quer dizer que em algum momento não tinho que dar um si situa nele, isso também faz parte do nosso acordo, se ele esquece alguma coisa eu posso chamar ele e dar uma lembradinha e vamos combinar: o bicho danado de esquecido é homem.

                                                                      
BJS